segunda-feira, 12 de maio de 2025

Descubra como integrar conceitos matemáticos nas brincadeiras

 


https://experimenteliteratura.com.br/familia-leitora/descubra-como-integrar-conceitos-matematicos-nas-brincadeiras/


Aprender matemática pode ser divertido, sim! Jogos e atividades lúdicas ajudam as crianças a desenvolver noções matemáticas enquanto brincam

A matemática está presente em nosso dia a dia de maneiras que muitas vezes nem percebemos. Contamos os passos até a escola, medimos ingredientes na cozinha, observamos padrões na natureza e organizamos brinquedos por cores e tamanhos. Ainda assim, para muitas crianças, essa disciplina pode parecer um bicho de sete cabeças. A boa notícia é que, com um pouco de criatividade, é possível transformar conceitos matemáticos em momentos de diversão e aprendizado. Afinal, brincar é a linguagem universal das crianças, e é por meio das brincadeiras que elas exploram o mundo ao seu redor.

Ao invés de encarar a matemática como algo difícil ou entediante, que tal transformá-la em uma experiência divertida e interativa? Prepare-se para descobrir que contar, somar, subtrair e até entender formas geométricas pode ser tão divertido quanto brincar de pega-pega ou esconde-esconde.


Brincar e aprender

Incorporar conceitos matemáticos nas brincadeiras não só torna o aprendizado mais divertido, como também estimula o raciocínio lógico e a criatividade. A matemática não precisa ser um desafio – quando apresentada de maneira lúdica e envolvente, ela se transforma em uma grande aliada do desenvolvimento infantil.

Que tal começar hoje mesmo? Escolha uma dessas brincadeiras e veja como a matemática pode ser divertida!

 

Caça aos números: uma maneira simples de introduzir os números é criar uma caça ao tesouro numérica. Esconda cartões numerados pela casa ou pelo quintal e peça para a criança encontrá-los na sequência correta. Você pode associar os números a objetos – por exemplo, ao encontrar o número 3, a criança deve pegar três brinquedos ou pular três vezes. Para crianças maiores, adicione desafios, como somar dois números encontrados ou identificar qual é o maior e qual é o menor.

 

Cozinha matemática: cozinhar é uma excelente oportunidade para ensinar matemática na prática. Deixe a criança ajudar a medir os ingredientes de uma receita simples, como um bolo ou panquecas. Pergunte quantos copos de farinha são necessários ou peça para dividir um bolo em partes iguais. Para reforçar frações, corte frutas ou sanduíches e peça para o pequeno identificar metades e quartos.

 

Torre de copos numérica: pegue copos descartáveis e escreva números em cada um. O desafio da criança será empilhá-los em ordem crescente ou decrescente. Além de ensinar a sequência numérica, essa atividade trabalha a coordenação motora e a percepção visual. Você também pode incrementar a brincadeira usando copos de diferentes tamanhos para ensinar sobre grandeza e comparação.

  

Written by Jujuba

terça-feira, 1 de abril de 2025

A importância dos jogos lúdicos em sala de aula para o desenvolvimento do aluno autista

A importância dos jogos lúdicos em sala de aula para o desenvolvimento do aluno autista 

A importância dos jogos lúdicos em sala de aula para o desenvolvimento do aluno autista


Isabela Marques

Publicado em: 11/12/2024.

O que são jogos lúdicos?

Jogos lúdicos são atividades recreativas que envolvem desafios, regras e interações, com o objetivo principal de proporcionar diversão e entretenimento.

Quais são os tipos de jogos lúdicos?

Jogos de tabuleiro;

Quebra-cabeças;

Jogos de cartas;

Jogos digitais;

Entre outros.

 

A importância dos jogos lúdicos na sala de aula

Os jogos lúdicos podem ser um instrumento poderoso para o desenvolvimento dos alunos autistas na escola.

Os jogos devem ser utilizados como complemento às atividades tradicionais de ensino, proporcionando uma experiência de aprendizado envolvente e motivadora.

- Estimulando a interação social

- Estimulando o desenvolvimento cognitivo

- Estimulando o desenvolvimento emocional

 

Quais são os jogos em sala de aula indicados para alunos autistas?

Aqui estão alguns exemplos de jogos que podem beneficiar o desenvolvimento do aluno com TEA:

Jogos sensoriais: jogos que envolvem estímulos sensoriais, como texturas, cores, luzes e sons suaves, podem ser atraentes para pessoas autistas. Jogos que incentivam a exploração tátil, visual ou auditiva, como jogos com areia cinética, lâmpadas de lava ou caixas sensoriais, podem ajudar a estimular os sentidos.

 

Jogos de estrutura e rotina: pessoas autistas muitas vezes se beneficiam de estrutura e rotina claras. Jogos que envolvem sequências, padrões ou atividades estruturadas podem ser úteis. Por exemplo, jogos de quebra-cabeça, jogos de classificação ou atividades de encaixe.

 

Jogos de comunicação e interação social: para desenvolver habilidades de comunicação e interação social, jogos que incentivam a troca de turnos, a tomada de decisões conjuntas e a colaboração são importantes. Jogos de imitação, jogos de faz-de-conta ou jogos de interpretação de papéis podem ser adaptados para promover a interação social.

 

Jogos visuais: muitas pessoas autistas têm uma forte orientação visual. Jogos que utilizam elementos visuais, como cartas, imagens ou símbolos, podem ser eficazes. Por exemplo, jogos de correspondência, jogos de memória com imagens ou jogos de ordenação visual.

 

Jogos de interesse específico: considere os interesses individuais dos alunos autistas. Eles podem ter um interesse especial em determinados tópicos ou assuntos. Desenvolver ou adaptar jogos relacionados a esses interesses pode aumentar o engajamento e a participação dos alunos.

Conclusão

Os jogos lúdicos são ferramentas valiosas para estimular o desenvolvimento do aluno autista na sala de aula.

Você pode acessar o texto na íntegra em:

https://genialcare.com.br/blog/jogos-ludicos-desenvolvimento-aluno-autista/#:~:text=Jogos%20que%20incentivam%20a%20explora%C3%A7%C3%A3o,de%20estrutura%20e%20rotina%20claras.


quarta-feira, 27 de março de 2013

Organização de Brinquedotecas e Formação de Brinquedistas

Data: 15/07/2013 a 19/07/2013 - CURSO DE 40 HORAS

Objetivo:


O Curso foi especialmente elaborado para orientar pessoas que buscam informações para montagem e organização de uma brinquedoteca, apresentando fundamentação teórica, planejamento, conceitos básicos, organização e classificação de jogos, infra-estrutura, manutenção, limpeza e formação de equipe.



Público-Alvo:

Empresas, profissionais liberais, brinquedistas, estudantes e profissionais das áreas de Educação e Saúde (recreação, pedagogia, psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia, educação física), escolas particulares e públicas, clínicas pediátricas e terapêuticas.

Diferencial:

Oportunidade de vivenciar a visita de 40 crianças à Brinquedoteca.

Coordenação da Professora e Educadora Nylse Cunha - Diretora do Instituto Indianópolis, fundadora da primeira Brinquedoteca do Brasil e também da Associação Brasileira de Brinquedotecas, onde é atualmente conselheira.

Ambientação na Brinquedoteca Indianópolis e no Centro de Recursos Pedagógicos - com exploração do acervo de mais de 1000 jogos e brinquedos.

Corpo docente formado por profissionais experientes e com especialização na área. Abordagem do Brincar das crianças com Necessidades Especiais.

Cd exclusivo com fotos da turma e material didático.

Programação:

- Desenvolvimento Infantil
- Estrutura Básica de uma Brinquedoteca
- Jogos para Múltiplas Inteligências
- O Papel da Brinquedista
- Jogos com Sucata
- Confecção de Jogos com Sucata

Professor Autor:

Professora Coordenadora

Nylse Helena Silva Cunha - Pedagoga, diretora do Instituto Indianópolis e fundadora da primeira Brinquedoteca Brasileira. Autora do DAE - Dossiê de Avaliação Evolutiva, importante instrumento de registro para avaliação e acompanhamento contínuo do desenvolvimento global de pessoas deficientes, utilizado pelos profissionais do Instituto Indianópolis. É Membro da ITLA - Associação Internacional de Brinquedotecas. Começou sua carreira na área de Educação Especial na Sociedade Pestalozzi e foi coordenadora do setor de Recursos Pedagógicos da APAE – SP, onde criou a Brinquedoteca Terapêutica. Ministra cursos por todo o território nacional e, como conferencista internacional, já participou de congressos na Suécia, Bélgica, Itália, Canadá, Austrália, Espanha, Suíça e Coréia. É autora de 8 livros na área de Educação, especialmente sobre recursos pedagógicos.

Ana Paula Costa Valença – Psicóloga, com especialização em Psicopedagogia e Reabilitação. Consultora técnica da Brinqueduca Consultoria em Brinquedos Ltda. e brinquedista.

Sandra Kraft do Nascimento – Conselheira da Associação Brasileira de Brinquedotecas - ABBRI. Pedagoga pela PUC/SP e psicopedagoga pelo Instituto Sedes Sapientieae. Especializada em Deficiência mental e PEI Nível I. Atua na área de educação há 28 anos. Trabalha em consultório particular em psicopedagogia, atendendo crianças e adolescentes com dificuldades na aprendizagem, com ou sem deficiência mental. Ministra cursos e palestras na área de educação sobre diferentes temas.

Investimento:

Valor: R$ 630,00

3x R$ 210,00

Dados Bancários:

Instituto Indianópolis - CNPJ: 51230266/0001-61

Banco Itaú - Agência 0390

Conta Corrente: 10063-4

Banco Bradesco - Agência 0450

Conta Corrente: 130230-2

* No caso de desistência por iniciativa do participante será devolvido 80% do valor pago. O cancelamento deverá ser solicitado pelo e-mail cursos@indianopolis.com.br com 24 horas de antecedência do início do curso. O reembolso será efetuado por meio de depósito na conta bancária indicada pelo PARTICIPANTE, em até quinze dias úteis. Não haverá devolução do valor pago se o (a) participante desistir do curso após seu início.

Carga Horária: 32 horas

Horário:

De Segunda à Quinta.

Das 9:00h às 13:00 - 14:00h às 18:00.


Fonte; http://www.indianopolis.com.br/curso.php?id=72&gclid=CKqlvrv3nLYCFQvnnAodpyoA7w




quarta-feira, 26 de setembro de 2012

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Brinquedos dos anos 80

Exposição relembra jogos e brinquedos de outros tempos
Por Redação
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A exposição '30 anos de Brincadeiras', realizada no shopping Morumbi, em São Paulo, traz alguns dos jogos preferidos de quem foi criança nos anos 80.

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Fonte:

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